Aquele aparente inimigo invisível, e acusado de ser culpado da maioria dos sintomas que surgem do nada, sem razão ou motivo lógico aparente.
Será que é mesmo? O nosso osteopata, Ricardo Magalhães, explica.
Na realidade, se não formos expostos a stress, não vivemos de uma forma eficiente. Nós necessitamos dele para que o nosso corpo em diversas situações da nossa vida tenha capacidade de responder aos estímulos, com aumentos da frequência cardíaca, respiratória, aumento de tonus muscular, entre outras variações que esteja sistema provoca no nosso corpo.
O problema não são estas respostas normais e momentâneas, mas sim, quando entramos num quadro permanente e perpétuo de stress crónico e constante.
Aí o corpo não sabe desligar, perde alguma capacidade de autorregulação e vai gastando todas as suas reservas energéticas para alimentar um estado de aceleração, eficácia e execução mantido no tempo (Muito mais do que aquilo que ele necessita ou está desenhado para desempenhar)
Porque tudo o que gastamos tem de ser reposto! Gastamos energia, temos de fornecer energia (descansado, alimentando, convivendo, exercitando, etc…). Quando existe um desequilíbrio muito significativo desta balança, começam a surgir sintomas .
Sintomas leves, moderados ou intensos que podem ter um trauma associado, mas que por norma não têm. São os chamados pequenos “maus jeitos”.
Aí é preciso parar e refletir!
O que anda a causar este overload do meu corpo?
E quando chegam estas situações a osteopatia está cá para ajudar! Ajudar a autorregular, diminuir tensão, baixar o estado de alerta do corpo e dar uma nova oportunidade de ter qualidade de vida! Sem dor.